Iniciando Operação

Esta página apresenta alguns detalhes importantes para operar as interfaces de telas e menus do produto SPRING.

Operando o SPRING


Mouse

O mouse ( ) é o instrumento de indicação mais utilizado no ambiente Windows. Todas as funções dos menus e sub-menus são executadas com o mouse, para isto o usuário movimenta o cursor (comumente representado por uma seta) na área de trabalho (tela).

Depois de posicionar o cursor sobre o objeto de interesse, o usuário pode manipulá-lo, pressionando os botões do mouse.

Se você possui um mouse com dois ou três botões, não fará diferença para o SPRING, pois apenas os botões da direita e da esquerda serão utilizados. Quando utilizar um mouse de três botões, o botão do meio terá o mesmo efeito do da direita.
Definem-se duas funções padrões, uma para cada um dos botões do mouse.

Apresentam-se a seguir alguns termos utilizados com freqüência na operação do mouse, e seus significados.

A seguir apresentam-se operações que utilizam o botão de seleção do mouse (BE), que facilitam a seleção de um texto a ser editado.
Para selecionar uma palavra: clique duplamente sobre a palavra. O sistema automaticamente seleciona a palavra, permitindo ao usuário realizar operações de edição. Para apagar a palavra selecionada, tecla backspace.

Para selecionar um parágrafo: clique sobre qualquer palavra ou letra inicial e arrastar até o ponto desejado.


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Janelas

Possibilita ao usuário o controle para executar as operações. As janelas geralmente são grandes o suficiente para receberem os dados do usuário e podem ser redimensionadas de acordo com suas necessidades.
O sistema de janelas permite ao usuário trabalhar em aplicações múltiplas. Desejando-se a redução do número de janelas, pode-se fechar algumas delas na forma de ícones.


Como mover uma janela: pressione o BE sobre qualquer uma das linhas que definem a janela ou sobre o cabeçalho (barra de título). Leve o cursor até a posição desejada e solte BE.

Como definir sobreposição entre janelas: estando duas ou mais janelas sobrepostas, o usuário pode alterar a ordem da sobreposição pressionando BE sobre o cabeçalho daquela que deseja visualizar em primeiro plano.

Como mudar o tamanho de uma janela: clique em um dos cantos (extremidade de redimensionamento) e arraste até a posição desejada.


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Janela base

Uma janela base é descrita neste manual como uma referência dos elementos que você pode encontrar nas janelas e caixas de diálogo do SPRING.
Os elementos de uma janela base são:

1 ) Cabeçalho ou Barra de Título: contém o nome da janela base que descreve a aplicação e o botão de menu da janela. No ajuda será referenciado sempre em negrito, entre aspas e com fonte Verdana, como em : "Banco de Dados" .


2 ) Botão de menu da janela: indica a presença de um menu associado à janela base. Normalmente encontra-se as opções no menu: Restaurar, Mover, Dimensionar, Tamanho, Minimizar, Maximizar, Ocultar, Lista de Janelas, Docar/Flutuar e Fechar , sendo este último a causa do encerramento do aplicativo se for a janela principal do SPRING.

A operação para seleção pode ser de duas maneiras:


3 ) Botão de Iconização: permite fechar a janela principal em um ícone ao clicar no botão.

Os ícones são pequenas janelas de aplicação que mostram uma quantidade mínima de dados. Na maioria dos casos, os ícones incluem a apresentação gráfica de uma aplicação ou uma janela de diálogo, o nome de uma aplicação ou do arquivo de dados.

Pode-se abrir a janela novamente, a qualquer momento, executando um clique duplo com BE sobre o ícone.


4 ) Botão de maximização: permite redimensionar a janela principal, para o tamanho do monitor de vídeo.


5 ) Botão de docar/flutuar: permite flutuar ou docar uma janela à janela princiapl.

                                                                                                       

6 ) Barra de menu: onde se encontram as opções do sistema que apresentam um menu associado. Exemplo: a barra de menu da janela principal do SPRING-5.0.


7) Barra de ferramentas : windows.gif - 1353 Bytes onde se encontram os atalhos das funções mais comuns do menu principal dos três módulos (Spring, Scarta e Impima). As figuras a seguir mostram as barras de ferramentas dos módulos "Spring", "Scarta" e "Impima", que podem ser acessadas ou inibidas em Exibir - Barra de Ferramentas no menu principal de cada módulo. Por default sempre a barra de ferramentas será apresentada quando inicializar qualquer dos módulos.

Inicio07a.gif - 3525 Bytes
 
 
Os atalhos da "Edição Vetorial" são (da esquerda p/ direita): Tipo, Contorno, Nós Ajustados, Nós não Ajustados, Editar, Edição de Linhas (ou dePontos ), Criar, Editar, Eliminar, Curvas de Nível, Ferramentas, Atualizar, Desfazer, Salvar, Barra de Operações, Sair da Edição Vetorial e Help.
 
 
 
 
Os atalhos da "Edição Matricial" são (da esuqerda p/ direita): Tipo, Operação, Lista de Classes, tarefas a serem realizadas, Remover uam Tarefa, Remover Todas Tarefas, Executar, Sair Edição Matricial e Help.
 
                
 
Inicio07b.gif - 3351 Bytes



8 ) Barra de Status: onde se encontram informações como; descrição da função escolhida no menu, coordenadas na posição do mouse na área de desenho e plano de informação ativo.


9 ) Área de controle: região onde se apresentam os botões de diálogo e ou outros elementos da janela base.


10 ) Área de desenho: região onde se executam os comandos gráficos de visualizar e editar textos e desenhos. Exemplo: as telas de visualização do SPRING e na janela de realce de contraste, a região do histograma.


11 ) Rodapé: apresenta mensagens a respeito das operações.


12) Extremidade de Redimensionamento: possibilita ao usuário modificar as dimensões da janela. Para redimensionar uma janela:


13 ) Botão de Diálogo: apresenta uma janela de diálogo associada a ele. Exemplo: na janela de Edição do SPRING, o botão Selecionar....


14 ) Botão de Comando: este botão indica a execução de uma operação. Ao ser acionado, permanece sombreado até o final da operação. Exemplo: na janela principal do SPRING, o botão Desenhar.


15 ) Barra de Rolamento: é um tipo de controle que facilita ao usuário a visualização de objetos, como um texto ou uma lista.


16 ) Lista de Rolamento: é uma lista de ítens através da qual o usuário pode utilizar a barra de rolamento, para visualizar as opções e na maioria das vezes, selecioná-las. Para selecionar uma opção, "click" BS sobre o ítem desejado que aparecerá, então, destacado em negrito.


17 ) Escala: é um controle que permite ao usuário escolher um valor do intervalo, deslizando o botão ao longo de uma barra.

Operação:


18 ) Botão de Opções: é representado por um pequeno retângulo. Indica a presença de um menu associado, com opções de seleção. Exemplo: na janela de Vetores, a opção de Editar (Linhas ou Pontos).

Operação:

19 ) Caixa de Texto: os campos de texto numérico apresentam informações ao usuário (não permitindo alterações) ou devem ser preenchidos pelo usuário com informações pertinentes.

Operação:


20 ) Botões de Opções não exclusivas: representados por um quadrado, são escolhas independentes umas das outras (não exclusivas), ou seja, pode estar ativa mais de uma opção por vez. Para selecionar uma opção, clicar BE sobre a opção. Para desativá-la, clicar BE novamente.


21 ) Botões de Opções exclusivas: representadas por um losango, são escolhas mutuamente exclusivas, isto é, somente uma opção pode ser escolhida a cada vez. Para selecionar uma opção, clicar BE sobre a opção. Esta opção é desativada somente se o usuário escolher outra opção exclusiva.

 

Nota:  Os botões de Opções exclusivas ou não exclusivas existem apenas na versão clássica do Spring 5.


22 ) Janela de Diálogo: são janelas para uma aplicação específica. Podem ser exibidas, iconizadas ou fechadas, dependendo da necessidade do usuário.



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Módulos do SPRING

O produto SPRING (Sistema de PRocessamento de INformações Geográficas) esta estruturado em três módulos; "Impima", "Scarta" e "Spring" , com o objetivo de facilitar seu uso, compartimentando as funções.

IMPIMA
O módulo "Impima" é utilizado somente para se obter uma imagem no formato GRIB, através da leitura de imagens em dispositivos como; CD-ROM, CCT (Computer Compatible Tapes), "streamer" (60 ou 150 megabytes) e DAT (Digital Audio Tape - 4 ou 8mm) adquiridas a partir dos sensores TM/LANDSAT-5, HRV/SPOT e AVHRR/NOAA, ou imagens nos formatos TIFF, RAW e SITIM.
windows.gif - 1353 BytesA versão Windows somente lê imagem através de CDROM ou do próprio sistema de arquivos do computador.



SPRING
No módulo "Spring", estão disponíveis as funções relacionadas à criação, manipulação de consulta ao banco de dados, funções de entrada de dados, processamento digital de imagens, modelagem numérica de terreno e análise geográfica de dados. É o módulo principal de entrada, manipulação e transformação de dados geográficos.
As funções da janela principal, na barra de menus , do SPRING estão divididas em: Arquivo, Editar, Exibir, Imagem, Temático, MNT, Cadastral, Rede, Objetos, Executar, Ferramentas e Ajuda. Para cada opção há um menu associado com operações específicas.


SCARTA

O módulo "Scarta " apresenta funções para que um mapa gerado no módulo principal SPRING possa ser apresentado na forma final de um documento cartográfico. Estão disponíveis opções para editar uma carta e gerar um arquivo para impressão.

O usuário tem a opção de editar textos, símbolos, legendas, linhas, quadros e grades em coordenadas planas ou geográficas. Permite a exibição de mapas em várias escalas, no formato varredura ou vetor, através do recurso "O que você vê é o que você tem" (Wysiwyg).



Uso de botões que se repetem nas janelas

O usuário deve notar que nas janelas e caixas de diálogos existem botões como “Ativar”, “Executar”, “Criar”, “Suprimir”, “Fechar” e “Ajuda” que aparecem em quase todas as telas.


“Funções não ativas”

O produto SPRING foi projetado de modo que todas as janelas e caixas de diálogo existam botões, menus ou caixas de texto que em determinado momento não estão habilitados. Isto ocorre em função do Plano de Informação Ativo no momento ou porque deve ser efetuado outro processamento antes do desejado.


Salvamento Automático

No módulo principal "Spring " o usuário não tem de se preocupar com a operação de salvar seus dados, pois tudo que é executado, é automaticamente armazenado em disco. O salvamento automático é válido para qualquer função que o usuário encontrar nas caixas de diálogo através dos menus, a menos quando se edita um programa em Legal, amostras para classificação e pontos de controle no registro.


Sequência Lógica de Operação

A seguir, relacionam-se os cuidados que o usuário deve tomar na organização de um plano de trabalho. Para dar um exemplo simplificado, considera-se um estudo sobre erosão do solo.

Inicialmente, deve-se definir o problema: avaliar o potencial de erosão em uma determinada localidade.
Antes da entrada de dados, constrói-se um modelo que propõe que a erosão é função da declividade do terreno, do tipo de solo e do tipo de cobertura vegetal presente. São as informações necessárias para atacar o problema.

É essencial a definição de modelos de extração de informação sobre dados geográficos. Este modelo permitirá a escolha adequada dos dados a serem inseridos no sistema e dos métodos de interpretação necessários.

Deve-se ter conhecimento em tipos de solo mais susceptíveis à erosão, dos diferentes tipos de cobertura vegetal quanto à contenção de encostas e sobre as classes de declividade que favorecem a erosão. Estes conhecimentos permitem o inter-relacionamento dos diferentes fatores que contribuem para o problema.

Conhecimento das diferentes fontes de informação: deve-se obter mapas de cobertura vegetal, de declividade e de solo, para construir um mapa de potencial de erosão para a região.

Conhecimento do potencial do sistema para avaliar se resolve o problema do usuário: a declividade seria obtida por derivação de um modelo numérico de elevação (mapa de relevo digitalizado), o tipo de solo poderia ser obtido da digitalização de um mapa pedológico já existente e a cobertura vegetal pela classificação de uma imagem de satélite.

Todas as funções de entrada e manipulação de dados citadas neste exemplo estarão disponíveis no SPRING. No entanto, estas funções não podem suprir a existência prévia de um modelo que preveja o fenômeno a ser estudado.

Um outro aspecto a ser analisado cuidadosamente é a magnitude das tarefas. A entrada de dados é um tipo de esforço que tende a ser subestimado. A disponibilidade de pessoal e equipamentos adequados é outra condição essencial para o sucesso no uso do SPRING.

Como decorrência das considerações anteriores, o treinamento de pessoal para utilização do SPRING deve envolver não apenas os operadores do sistema, como também os responsáveis por planejamento e decisão das organizações, para que estes adquiram condições de conhecer a tecnologia introduzida.

Consulte também:
Ambiente de Trabalho do SPRING
Sobre o SPRING

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