Esta página apresenta a você uma introdução a respeito do produto SPRING. Aqui você encontrará:
Apresentação do sistema
Histórico
O que você precisa para rodar o SPRING
Sobre a documentação on-line do SPRING
Sobre as interfaces
Ambiente de Trabalho e Arquivos
Atendimento a usuários / Relato de erros
Consulte também:
O Modelo Conceitual do SPRING
Noções do sistema operacional UNIX
O produto SPRING (Sistema para Processamento de Informações Georeferenciadas) é um banco de bados geográfico de 2º geração, desenvolvido pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) para ambientes UNIX e Windows com as seguintes características:
Para alcançar estes objetivos, o SPRING é baseado num modelo de dados orientado a objetos, do qual são derivadas sua interface de menus e a linguagem espacial LEGAL. Algoritmos inovadores, como os utilizados para indexação espacial, segmentação de imagens e geração de grades triangulares, garantem o desenpenho adequado para as mais variadas aplicações.
Outra característica, considerada extremamente importante, é que a base de dados é única, isto é, a estrutura de dados é a mesma quando o usuário trabalha em um micro computador (IBM-PC) e em uma máquina RISC (Estações de Trabalho UNIX), não havendo necessidade alguma de conversão de dados. O mesmo ocorre com a interface, a qual é exatamente a mesma, de maneira que não existe diferença no modo de operar o produto SPRING.
Introdução ao Spring
O desenvolvimento de uma nova geração de sistemas de processamento de imagens e geoprocessamento no INPE iniciou-se em 1991, e teve seu primeiro resultado concreto em 1993, com o lançamento da versão 1.0 do SPRING (Sistema para Processamento de Informações Georeferenciadas). A evolução do sistema SPRING durante os anos levou ao lançamento em 1996 da versão 2.0, em maio de 1998 a versão 3.0 (Windows), em outubro de 1998 a versão 3.1.1, em janeiro de 1999 a versão 3.2 (Windows), em maio de 1999 a versão 3.3 (Windows), em maio de 2000 a versão 3.4 (Windows) e em março de 2001 a versão 3.5 (Windows e Linux), em agosto de 2003 a versão 4.0 (Windows), em julho de 2004 a versão 4.1 (Windows), em março de 2005 a versão 4.1 (Linux), em setembro de 2005 a versão 4.2 (Windows) e em julho de 2006 a versão 4.3 (Windows e Linux) e atualmente encontra-se em desenvolvimento a versão 5.0 (Windows e Linux).
O SPRING é um sistema inovador, projetado inicialmente para redes de estações de trabalho baseadas na arquitetura RISC e ambiente operacional UNIX. Desenvolvido usando técnicas avançadas de progamação, o SPRING combina interface altamente interativa, usando o "X Window System" e padrão de apresentação OSF/MOTIF.
A motivação básica para o desenvolvimento do SPRING baseia-se em duas premissas: integração de dados e facilidade de uso . No primeiro caso, constatamos que a complexidade dos problemas ambientais do Brasil requer uma forte capacidade de integração de dados entre imagens de satélite, mapas temáticos e cadastrais, e modelos numéricos de terreno. Adicionalmente, muitos dos sistemas disponíveis no mercado nacional apresentam alta complexidade de uso e demandam tempo de aprendizado muito longo. Os objetivos do sistema SPRING são (Câmara et al., 1993):
O SPRING objetiva ainda preservar o investimento dos usuários dos sistemas
SITIM e SGI, uma vez que todos os dados gerados nestes sistemas podem ser
totalmente aproveitados (inclusive com topologia) no novo ambiente.
O SPRING foi construído para ser um SIG de segunda geração
. Os sistemas desta geração são concebidos para uso em conjunto com ambientes
cliente-servidor. Usualmente, tais sistemas funcionam acoplados a gerenciadores
de bancos de dados relacionais (Câmara e Freitas, 1995).
Como objetivos específicos desta versão podemos citar:
Para alcançar estes objetivos, o SPRING está baseado em um modelo de dados
orientado-a-objetos, que combina as idéias de “campos” e “objetos geográficos”.
Deste modo, derivamos tanto a interface dirigida por menus, quanto a linguagem
LEGAL .
Algoritmos inovadores como segmentação de imagens e classificação por regiões
(Bins et al., 1995) e modelagem por triangulação com restrições (Namikawa,
1995) complementam os métodos tradicionais de processamento de imagens e
análise geográfica.
Baseado nessas características o SPRING tem se mostrado uma opção altamente
atrativa na área de geoprocessamento, pois é um software de domínio público,
podendo ser adquirido pela internet ("http://www.dpi.inpe.br/spring"),
bastando se cadastrar na própria "home-page".
Consulte também:
Introdução ao Spring
As exigências mímimas de software e hardware para que você execute o produto SPRING corretamente são descritas a seguir.
A plataforma mínima de hardware deve ser:
NOTA: Os procedimentos para instalação do Linux e Spring encontram-se no Manual de Instalação, ou na home-page da DPI/INPE onde pode-se fazer do arquivo LEIAME)
Periféricos como mesa digitalizadora, traçadores gráficos compatível com HPGL-2 ou HPRTL e impressoras coloridas compatível com PostScript também são suportados e podem ser integrados no sistema.
Para comunicação do SPRING com mesas digitalizadoras alguns formatos de dados
mais comuns são suportados, ou seja:
Os modelos de mesa digitalizadora em que o SPRING foi testado foram:
Introdução ao Spring
O SPRING oferece este sistema de ajuda on-line para auxiliá-lo(a) a trabalhar nos menus e caixas de diálogo. Todas as páginas foram eleboradas em HTML e as figuras em imagens no formato GIF.
Þ Modos de acesso ao Ajuda:
Introdução
ao Spring
Consulte também:
O Modelo Conceitual do SPRING